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domingo, 18 de janeiro de 2009

duas vezes

julia roberts!

no fim de 2008, entendi muitas coisas sobre a julia roberts. principalmente depois que eu vi:



tá, tá, eu sei. meio foda querer ter um blogue de comedia romantica sem nunca ter visto uma linda mulher, o crássico dos crássicos. mas agora é tarde, já concertei meu erro.

enfim, uma linda mulher não é só o carrão da juju, mas também a matriz que criou as comedias romanticas que valem pela trilha sonora. ja dissemos isso sobre o notting hill antes, mas vale também para...



... que aliás é outro filme muito chato, mas vale pra ter o gostinho de ver a rainha da comedia romantica destilando veneno pra outra chatinha que é a cameron diaz.

descobri também que aquele sorriso bonito que ela tem é realmente a sua melhor arma. no uma linda mulher, a melhor parte é quando ela é ainda prostituta e mostra pra ele as camisinhas coloridas, depois fica cantando prince na banheira.

e foda-se a verossimilhança.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

um lugar

Putz, cheguei em casa pensando "é isso! já sei qual é o número 5!", mas aí já esqueci...
enfim, vim escrever sobre outra coisa. uma pérola que vi hoje, e que aliás faz muito sentido: quando o primeiro ministro da comédia romântica encontra a grande rainha do gênero, temos...



... a melhor trilha sonora do mundo! e, aliás, se desconsiderarmos totalmente a história de amor, podemos dizer que o filme cumpre os pre-requisitos básicos que eu e a lili estamos tentando traçar, i. e., C>R (onde C significa o potencial risível do filme, e R o romântico), 2>1 (personagens e atores secundários são melhores que os principais), com o bônus de que esses personagens secundários são legais e esquisitos, andando no mesmo tema de Não-sei-quantos casamentos e um funeral, também com your highness, Mr. Grant.

ainda assim, o encontro salutar dos dois dos maiores atores de comédia romântica de toda a fauna roliúdeana nos traz ainda mais uma coisa. primeiro, a insuportável julia roberts tirando sarro dela mesma. não, não é isso. é simplesmente o fato de que ela não consegue disfarçar aquele sorrisinho de vaca que ela tem - o que faz dela a escolha certa para um filme como Closer - aliado fielmente ao jeitinho canalha do Seu Grant, na iminência de ser pego com aquela prostituta. aquela.

o que, no fim das contas, faz deles o casal perfeito...

she may be the face i cant forget...

não sei se gosto ou não desse filme - não é que nem a casa do lago que eu sei que gosto, mas gostaria de não gostar. eu juro que eu assumiria. por enquanto, eu fico só com a trilha sonora.

ah, e o homemate galês.

ah, lembrei o nome do filme...!